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Suplementação nutricional é a chave do sucesso da pecuária na época de seca

Administrador - 12/6/20
A proximidade dos meses mais secos e frios traz aos pecuaristas produtores a necessidade de planejar a dieta do rebanho para evitar perder os ganhos de desempenho dos animais conquistados nos meses mais chuvosos. No período de estiagem, quando os pastos passam a não apresentar níveis satisfatórios de proteína, vitaminas e minerais, recomenda-se aos produtores fornecer uma suplementação nutricional aos bovinos para manter positivos os índices zootécnicos e, consequentemente, a produtividade e a rentabilidade da fazenda. “Sem o balanço de consumo proteico e energético adequado para a boa digestibilidade do pasto, o boi perde boa parte do peso ganho no período de águas”, pontua o zootecnista Luciano Morgan, gerente de categoria Bovinos de Corte da área de Ruminantes da DSM.
 
Alinhada aos principais desafios da pecuária, a DSM, dona da marca Tortuga® de suplementos nutricionais para bovinos, tem soluções que contribuem para melhorar o desempenho do setor. Ao contar com equipes focadas em levar inovações para a produção e com um time técnico e consultivo que conhece de perto as necessidades do campo, as tecnologias dos suplementos da Tortuga® geram benefícios em todos os sistemas produtivos.
 
Para os pecuaristas que produzem bovinos de corte em sistemas de pasto, a suplementação nutricional dos animais ajuda a manter os resultados positivos tanto na época de águas como em seca. O fornecimento de nutrientes que contribuem para melhorar os índices zootécnicos evitam o risco de perda de peso do rebanho. Para esse sistema no atual momento de transição, em que os pecuaristas começam a se preparar para o período de seca, a equipe da DSM recomenda algumas opções de produtos.
 
Entre os produtos do portfólio da marca Tortuga® indicados para suplementar o rebanho no período de seca, destaque para o Fosbovi® Proteico 35 com Monensina, indicado para bovinos de corte em crescimento produzidos em sistemas de pastagem em período seco, permitindo bom desempenho dos animais mesmo com a queda de qualidade dos pastos. E para os bovinos na fase de terminação ou recria mais acelerada, a recomendação é o Fosbovi® Proteico Energético 25 M, indicado para bovinos em crescimento e em engorda produzidos preferencialmente em pastagens com adequada disponibilidade e que, como diferencial, otimiza o desempenho dos animais.
 
Para intensificar a produção em sistemas de pastagem, uma opção cada vez mais utilizada pelos pecuaristas brasileiros é o semiconfinamento, considerado um “meio termo” entre o confinamento e a suplementação em pastagens. É um sistema que se baseia em nutrição e engorda em pasto, com fornecimento de ração concentrada em cocho, entre 1% e 2% do peso vivo do animal.
 
No semiconfinamento, os produtores têm à disposição os suplementos da marca Tortuga® para impulsionar os índices dos animais e melhorar os resultados da fazenda. Aqui, a recomendação são os suplementos Fosbovi® Confinamento CRINA®, Fosbovi® Confinamento 400 e Fosbovi® Confinamento, indicados para o preparo de concentrado para bovinos de corte em fase de engorda em confinamento e semiconfinamento.
 
Aos produtores que optam pelo sistema de confinamento no período de seca, as tecnologias desenvolvidas pela DSM, como os produtos da linha Fosbovi® Confinamento com CRINA® e RumiStar™, têm resultados comprovados ao gerar animais pesados e bem-acabados. “Com os suplementos nutricionais de alta tecnologia da Tortuga®, os bovinos têm um ganho adicional médio de uma arroba por animal. Com isso, os pecuaristas conseguem produzir o equivalente a um animal a mais a cada 18 bovinos confinados”, conta gerente de categoria Confinamento da DSM, o zootecnista Marcos Baruselli.
 
Esses e outros benefícios produtivos são gerados pela associação equilibrada de macro e micronutrientes com os Minerais Tortuga®, além de vitaminas e aditivos naturais, como leveduras vivas, mais CRINA® e RumiStar™. Mas há ainda a melhor eficiência alimentar; redução de problemas digestivos, como o timpanismo; rápida adaptação dos animais; menor taxa de refugo de cocho; aumento do consumo de ração desde os primeiros dias de confinamento; e menor incidência de animais com laminites e acidose. “São questões que impactam positivamente toda a cadeia da carne e beneficiam os consumidores”, reforça.
 
 
 
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